Em tempos de guerra na Ucrânia e Rússia, conflitos ainda perduram na Síria, no Oriente Médio, a guerra invisível da fome e da pobreza, da crise sanitária e mudanças climáticas tempos sombrios pedem paz em todos os sentidos.
Nesta sexta (7), em Oslo na Noruega, o Comitê Nobel de Paz concedeu o Prêmio ao ativista dos direitos da Bielorrússia, Ales Bialiatski e às organizações não-governamentais Memorial, da Rússia e ao Centro Ucraniano para as Liberdades Civis. Todos os vencedores são ativistas em seus países na luta pelos direitos humanos e pela paz.
Para este ano, o número de candidatos foi de 343 (251 dos quais são pessoas e 92 organizações). Um número superior aos 329 candidatos do ano passado e o segundo mais elevado de sempre, pertencendo o recorde aos 376 candidatos nomeados em 2016.
* Com agências




