i-passport Chronus da Mooh!Tech é o novo parceiro do EJ

BOA NOTÍCIA!

Temos uma excelência notícia para comunicar a todos. O Escritório de Jornalismo, Assessoria e Consultoria em Comunicação fechou parceria com a startup franco-brasileira Mooh!Tech que pioneiramente no Brasil desenvolveu, a partir de Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú, o primeiro passaporte digital para vacinação da Covid 19.

A plataforma funciona como um passaporte de profilaxia, onde todos os dados sobre vacina e testes constam no documento digital. Patente registrada desde 2013 já está sendo usada em outros municípios e estados brasileiros, como o Distrito Federal, além de países como Israel, e em curso para estados membros da União Europeia com o Certificado Verde Digital.

“Nossa filosofia na Mooh!Tech sempre foi democratizar oportunidades interiorizando o acesso a novas tecnologias e diminuir desigualdades sociais, então, por esse motivo sempre olhamos para onde os demais players não olham, para as pessoas e para as pequenas cidades do interior”, disse Everton Cruz, CEO da Startup, referindo-se ao projeto piloto iniciado no Brasil, a partir de Afogados da Ingazeira.

Parcerias fechadas no Brasil
Alguns locais, por exemplo, já fecharam ou estão em vias de fechamento de contrato com a empresa e todos receberam gratuitamente o aplicativo, entre as quais as cidades de Juazeiro do Norte (CE), o governo do Distrito Federal, Guarujá (SP) e o município de Cortês, na Mata Sul de Pernambuco. Outras parcerias estão em processo de fechamento como as cidades de Goiana, Paulista, Olinda, na Região Metropolitana do Recife, João Pessoa, na Paraíba, Maragogi, em Alagoas, assim como nos estados do Mato Grosso e Ceará.
Além do controle da disseminação do vírus, com o uso contínuo do app, condicionando o acesso aos lugares de convívio social ao QR Code de status liberado na ferramenta, os registros feitos, apenas disponíveis para a autoridade de saúde local, seguem todas as diretrizes de privacidade dos usuários, e permitem o levantamento de dados cruciais para  desenvolver um planejamento de ações voltadas ao combate e controle da Covid-19.

 

“O i-Passport não tem limite para registros, não se deteriora e agrega todas as informações com precisão e cuidado. E pode ir além, pois os usuários podem ter no app, outras informações relevantes como alergias, comorbidades e resultados de outros testes laboratoriais. Este diferencial permite que cada pessoa individualmente tenha acesso, a qualquer momento que quiser ou precisar, como em caso de acidente ou mal-estar, um histórico médico básico mas que pode salvar vidas”, explicou o executivo da startup franco-brasileira.

Democratizar o acesso
Na opinião do CEO da Mooh!Tech, enquanto a imunização ainda está restrita a uma parcela da população, o i-Passport é a única alternativa de planejamento que assegura um retorno dos cidadãos às atividades do dia a dia de maneira segura. “Todos aqueles que estiverem imunizados com as duas doses das vacinas contra Covid 19, ou queiram tomar a vacina quando disponível nas redes pública ou privada de saúde, receberão, gratuitamente, o app Chronus i-Passport.  O objetivo é, em especial, proporcionar, de forma planejada e segura, a oportunidade para que os cidadãos, tão sobrecarregados emocionalmente por causa da pandemia, possam aliviar esse estresse através da retomada do contato social”, acredita Cruz.

O app também abre espaço para acesso a hotéis, academias, shows e vários outros ambientes de lazer e trabalho, desde que seja adotado por seus gestores. Países como Israel e França, por exemplo, já adotaram este mesmo conceito e várias atividades já estão voltando a ser reativadas com pessoas imunizadas ou testadas.

“Fornecemos a tecnologia para um grande grupo proprietário de shoppings no Sudeste e Nordeste e uma rede de cinemas com mais de 600 salas em todo o Brasil com objetivo de fornecer controle de acesso com os passaportes em suas unidades, permitindo assim que apenas pessoas vacinadas ou testadas com antígeno negativo estejam aptas a frequentar seus espaços e assim sejam ambientes seguros e livres da doença”, adiantou o CEO, que finalizou em maio contrato com uma companhia aérea para verificar o status de vacinação dos passageiros e, dessa maneira, só serão autorizados embarques de pessoas imunizadas e que tenham registrado no passaporte teste RT-PCR com antígeno negativo para a Covid 19.
Atualmente, a startup sob o comando de Everton Cruz, natural da Bahia, mas pernambucano de coração, tem sede em Paris e escritórios em São Paulo, no InovaBra e no Recife, mas estuda a possibilidade de abrir um escritório comercial no Brasil devido à demanda crescente por causa do i-Passport. No mercado, a startup franco-brasileira está avaliada em 100 milhões de dólares.
Gestores públicos e privados que quiserem ter acesso a mais informações podem ser adquiridas pelo site:
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Luciana Leão

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