Os governos e as ações na educação para o Nordeste

Ao longo dessas primeiras semanas de janeiro tivemos muitas notícias propositivas para o Brasil e Nordeste  A retomada da Transnordestina; o programa da Nova Industrialização.

 

Recente, o  plano do ministério da Educação (MEC) para incentivar os jovens a estarem nas escolas. Evasão grande preocupa o Governo e a nós, cidadãos, cidadãs.

 

Em nossa visão, o principal , quais motivos e circunstâncias os jovens não querem  ou não podem concluir o ensino médio? Sem acesso a educação, nenhuma nação vai à frente.

 

No Nordeste, os indíces positivos de jovens em relação à região de maior “condensamento” populacional,, no Sudeste,  são positivos.

 

Entretanto, o novo programa do governo federal de incentivar os jovens a estudarem,  criado pela Lei 14.818/2024,  ainda não especifica como se dará a bolsa-poupança a estudantes de baixa renda que cursam o ensino médio na rede pública.

 

Acreditamos estar aqui o diferencial Norte-Nordeste. Em tese, deveriam ser as maiores concentrações de investimentos.

 

Dados do Censo Escolar, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), revelam que de 480 mil jovens evadiram do ensino médio de 2019 a 2020.

 

Para ter acesso a bolsa-poupança educacional alguns critérios foram pré-determinados, quais sejam:

 

Segundo a normativa do MEC:

  • Ter renda familiar per capita de até R$ 218 por mês;
  • Estar matriculado em uma escola da rede pública de ensino médio;
  • Ter frequência mínima de 75% das aulas;
  • Aprovar o ano letivo;
  • Participar de exames de avaliação, como o Enem.

O valor da bolsa-poupança é de R$ 200 no ato da matrícula, mais R$ 200 por mês de frequência, totalizando R$ 2.400 por ano.

A bolsa é depositada em uma conta poupança social digital, aberta em nome do estudante.

O objetivo do programa é incentivar a permanência dos jovens no ensino médio, reduzir a evasão escolar e aumentar a escolaridade da população brasileira.

Imagem de Bolsapoupança do programa Pé de Meia

O programa é financiado pelo governo federal, mas também pode contar com recursos de parcerias com a iniciativa privada.

A expectativa é que o programa beneficie cerca de 2,5 milhões de estudantes em todo o Brasil.

Quamtos no Nordeste? Maior regiaão de participação  efetiva e assertiva, entre eos melhores alunos em concursos nacionais como o Enem.

Fica a pergunta.

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Luciana Leão

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