Agrovale incentiva reflorestamento da Caatinga em cidades no Ceará

Uma iniciativa socioambiental da Agrovale, empresa sucroenergética uma das maiores produtoras de açúcar, etanol e bioeletricidade na Bahia, promete repovoar e reflorestar áreas de preservação permanente (APP), com a doação de 1.000 mudas nativas de espécies da Caatinga, em outras regiões do Nordeste, em duas cidades no Centro Sul do Ceará: Tarrafas e Saboeiro.

Como parte do projeto ‘ Caatinga Rica’ serão doadas nessa primeira fase espécies do tipo umbuzeiro, marizeiro, ingazeiro, pau-ferro, paineira, angico, umburana, ipê roxo e caraibeiras.

Mudas de umbuzeiro cultivadas no viveiro da Agrovale/Foto: Divulgação

Segundo a secretária de Meio Ambiente de Tarrafas, Maria Aucioneide Alcântara, as mudas serão utilizadas na preservação e recuperação do Rio Bastiões, o principal manancial de água da cidade, que vem sofrendo muito com o assoreamento, desmatamento e descarte de lixo e esgoto. 

“As mudas doadas pela Agrovale serão de imensa importância para o desenvolvimento do projeto e essenciais para nossa cidade”, agradeceu.

A secretária de Meio Ambiente de Saboeiro, Jane Brito, adiantou que as mudas serão usadas para a execução do projeto de arborização do município, com o plantio nas vias públicas e às margens do Rio Jaguaribe, nos açudes Caldeirões e Raul Barbosa, além do distrito de Barrinha, favorecendo o restabelecimento da mata ciliar.

Viveiro 

O viveiro da Agrovale ocupa uma área de dois hectares com mais de 70 espécies de plantas nativas da Caatinga. Em 14 anos de existência já doou 370 mil mudas para 45 municípios nordestinos da Bahia, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte, além de Curitiba, no Paraná. A princípio, o propósito da iniciativa era a preservação dos ecossistemas da Caatinga e das matas ciliares do Rio São Francisco, mas o projeto cresceu e tem potencial para ampliar ainda mais os benefícios.

Pau-ferro outra espécie nativa da Caatinga

A doação de mudas vem ampliando a cobertura verde das cidades e contribuindo para uma maior conscientização e sustentabilidade ambiental da biodiversidade regional.  Somente em 2021, a Agrovale conseguiu viabilizar a recomposição florestal de cerca de 370 hectares de flora nativa da Caatinga. A proposta é ampliar a capacidade de produção para atender mais cidades, melhorando seus espaços de lazer e convivência.

*Com informações da Clas Comunicação 

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Luciana Leão

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