Governo de Pernambuco testa ônibus movido a Gás Natural na RMR

Com o objetivo de utilizar fontes de energia renováveis no setor de transporte público de passageiros, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Mobilidade e Infraestrutura (Semobi), Grande Recife Consórcio de Transporte – CTM e a Companhia Pernambucana de Gás – Copergás, em parceria com a Conorte, começa a testar ônibus movido a Gás Natural Veicular – GNC na Região Metropolitana do Recife.

 

 

A linha 1070 – TI PELÓPIDAS / TI PE-15 (PARADOR) é a primeira nessa fase experimental, saindo do Terminal Integrado Pelópidas Silveira, em Paulista.

 

 

“O nosso objetivo é fazer investimentos estruturadores para o Estado. A partir do uso do gás natural garantimos uma mobilidade urbana sustentável e tiramos do papel um projeto inovador para Pernambuco. É assim que seguimos em frente com o nosso compromisso de permitir que a mudança continue acontecendo”, pontuou a governadora Raquel Lyra.

 

Fonte menos poluente

 

 

 

A adoção do Gás Natural como alternativa de fonte de energia para o transporte público de ônibus na RMR, visa reduzir as emissões de poluentes e aumentar a eficiência energética.

 

 

“O gás natural é uma fonte de energia mais limpa em comparação aos combustíveis fósseis tradicionais, resultando em menores emissões de poluentes atmosféricos na cidade. Essa transição para uma fonte de energia mais limpa no transporte público metropolitano pode melhorar a qualidade do ar nas cidades e promover um ambiente urbano mais saudável e sustentável para todos”, afirmou o secretário de Mobilidade e Infraestrutura, Diogo Bezerra.

 

 

Combustível

 

 

Foto: Paulo Maciel -Grande Recife Consórcio 

 

 

 

O novo ônibus funciona com gás metano. Isto significa que tanto o Gás Natural Comprimido (GNC) como o biometano podem ser utilizados paralelamente, o que torna a troca de um para o outro uma transição simples e fácil.

 

 

Ambos estão disponíveis tanto na forma de gás comprimido como de gás liquefeito. O ônibus a gás emite até 20% a menos CO2 (dióxido de carbono) que um modelo equivalente a diesel. Além disso, a redução de emissão de óxidos de nitrogênio (NOx) beira 90% e a de material particulado, 85%.

 

 

Para o diretor-presidente do Grande Recife Consórcio, Matheus Freitas, uma frota à base de GNC tanto diminuiria a emissão de gases de efeito estufa no ambiente urbano, como também pode ser uma solução para aumentar a eficiência energética do sistema, além de promover em menor dependência de combustíveis fósseis e redução dos resíduos.

 

 

“O modelo testado tem capacidade para levar 86 passageiros. É a primeira vez que o ônibus a gás passa por teste em nosso Estado, e, se mostrar exitoso, iremos ampliar essa iniciativa”.

 

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Redacao EJ

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