BNDES e BID se unem para aprimorar estudos de desestatização de saneamento com foco em favelas e áreas rurais

Cooperação técnica prevê a criação de ferramentas de avaliação prévia de projetos de água e esgoto

· Objetivo principal é avaliar projetos em sua fase inicial, permitindo também uma visão mais detalhada de regiões remotas e de menor viabilidade financeira

· Modelo a ser desenvolvido será importante para cumprimento da meta de universalização do serviço de saneamento no País.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) assinaram um acordo de cooperação técnica que tem como objetivo principal avaliar previamente a viabilidade de projetos de parceria público-privada (PPP) e de concessão de serviços de água e saneamento.

Com US$ 350 mil doados pelo BID, serão desenvolvidas ferramentas paramétricas que auxiliarão o BNDES no processo de estruturação, especialmente em regiões remotas e de menor viabilidade financeira. A ideia é direcionar e ampliar investimentos para essas localidades, reduzindo os riscos associados e elevando a probabilidade de sucesso para todos os envolvidos.

Uma das ferramentas estabelecerá parâmetros para avaliar previamente a viabilidade técnica, financeira e econômica de projetos de universalização de água e saneamento de um município, um grupo de municípios ou uma região. Essa avaliação prévia dará celeridade e permitirá um uso mais eficiente dos recursos empregados na estruturação dos projetos, uma vez que o BNDES terá em mãos, rapidamente, a informação necessária para fazer a modelagem com mais segurança.

Especialistas dos dois bancos também vão trabalhar em conjunto com equipes de consultores na criação de uma ferramenta para calcular os custos operacionais (OPEX) e de investimentos de capital (CAPEX) dos serviços de água e saneamento em favelas e áreas rurais. Esses dados serão incluídos nos modelos financeiros dos contratos de PPP e concessões, viabilizando a definição de ações para atendimento a essas áreas.

*Com informações do BNDES

 

 

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Luciana Leão

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